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Estilos de Dança Aprendidos no curso profissionalizanteZaar É uma dança de êxtase, praticada no norte da África e no Oriente Médio, não aceita pelo Islamismo. Ele é melhor descrito como sendo uma “cerimônia de cura”, na qual utiliza-se percussão e dança. Funciona também como uma forma de compartilhar conhecimento e solidariedade entre as mulheres destas culturas patriarcais. No Zaar, a maior parte dos líderes e dos participantes são mulheres.
Utilizamos o Zaar na entrada de shows para limpar o ambiente. Fácil de reconhecer o Zaar nos momentos em que a bailarina gira seu corpo apenas para uma direção por longo tempo, sem se desequilibrar e quase em transe.
Dança da espada
Existem várias lendas para a origem da dança da espada. Uma delas diz que é uma dança em homenagem à deusa Neit, uma deusa guerreira. Ela simbolizava a destruição dos inimigos e a abertura dos caminhos.
Uma outra, diz que na antigüidade as mulheres roubavam as espadas dos guardiões do rei para dançar, com o intuito de mostrar que a espada era muito mais útil na dança do que parada em suas cinturas ou fazendo mortos e feridos.
Dançar com a espada permite equilíbrio e domínio interior das forças densas e agressivas. Uma terceira lenda conta que na época, quando um rei achava que tinha muitos escravos, dava a cada um uma espada para equilibrar na cabeça e dançar com ela. Assim, deveriam provar que tinham muitas habilidades. Do contrário, o rei mandaria matá-lo.
O certo é que, nesta dança, a bailarina deve saber equilibrar com graça a espada na cabeça, no peito e na cintura. É importante também escolher a música certa, que deve transmitir um certo mistério. Jamais se dançaria um solo de Derbak com a espada.
Deança do Punhal
Essa dança era uma reverência à deusa Selkis, a rainha dos escorpiões e representa a morte, a transformação e o sexo. Usada principalmente pelas ciganas Egípcias.
Por ser um animal considerado sagrado e símbolo da sabedoria, antigamente as sacerdotisas dançavam com uma serpente de metal (muitas vezes de ouro). Atualmente vê-se algumas bailarinas dançando com cobra de verdade, mas isto deve ser visto apenas como um show de variedades, já que nem nos primórdios da dança o animal era utilizado. Justamente por ser considerada sagrada, a serpente era apenas representada por adornos utilizados pelas bailarinas e pelo movimento de seu corpo.
Saidi Saidi é o nome dado ao Alto (sul) Egito, e por isso as danças originárias desta região recebem esse nome. A mais conhecida delas é a dança feminina com o bastão, também chamada de Raks al Assaya (assaya é o nome do bastão usado para longas caminhadas). É uma das danças mais alegres, caracterizada por movimentos com saltinhos e gingadas, além dos muitos movimentos com o bastão - giros, batidas, contornos, etc. O Saidi provavelmente surgiu como forma de paródia de uma outra dança do Saidi, chamada Tahtib, que é uma arte marcial masculina. As mulheres deram ao Saidi graciosidade e charme. Hoje, a dança com bastão se tornou a mais famosa das folclóricas, sendo muito comum em meio a apresentações de dança do ventre ao redor do mundo, o que salta aos olhos no Líbano, nos Estados Unidos e também no Brasil, além, é claro, de no Egito. Numa apresentação folclórica é imprescindível usar a galabía (túnica árabe), mas com a popularização do Saidi tornou-se comum apresentações com vestidos justos e decotados e outras variações menos comuns de vestido. A roupa conhecida como bedlah (saia e bustiê - roupa padrão de Dança do Ventre) não deve ser usada para esta dança, e de fato isso não é muito visto por aí, a não ser com um vestido de renda por cima do bedlah - o que resulta num visual muito bonito. Há uma dança masculina originária de Said, região do Alto Egito, chamada Tahtib. Nela são usados longos bastões chamados Shoumas. Estes bastões eram usados pelos homens para caminhar e para se defender. Note que Said também é o nome do ritmo originário desta região. As mulheres costumam apresentar-se utilizando um bastão leve ou uma bengala, imitando-os, porém com movimentos mais femininos. Elas apresentam-se ao som do ritmo Said original, ou mesmo do Baladi ou do Maqsoum. Durante a dança, a mulher apresenta toda a sua habilidade, equilíbrio e charme. A Raks El Assaya foi introduzida nos grandes espetáculos de Dança do Ventre pelo coreógrafo Mahmoud Reda. Fifi Abdo teria sido a primeira grande dançarina a apresentar performances com a bengala. Porém ela se apresentava com roupas masculinas.
Dança dos Véus Não se sabe ao certo como surgiu a dança com véus. Dizem que ela tem suas raízes na dança dos sete véus que é uma dança onde os véus representavam os sete chakras em equilíbrio e harmonia. A retirada e o cair de cada véu significavam o abrir dos olhos que desperta a consciência da mulher. O véu atualmente é um dos símbolos mais comuns da dança do ventre e são muitos os passos que o utilizam. Alguns são usados especialmente para emoldurar o rosto ou o corpo da dançarina, assim envolvendo-a em mistério e magia. Por ser transparente, tem o encanto de mostrar sem revelar. Exite a dança do véu citada na bíblia como a dança de Salomé.
A dança dos véus se tornou mais popular com a ajuda das bailarinas Americanas na década de 30, que usavam véus para decorar o hambiente e para suas entradas em cena. 2 véus - dança do corpo e da alma Khalige
Khalige é uma dança típica dos países do Golfo Pérsico,da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes. Nela, os cabelos representam um papel fundamental, em que as bailarinas os jogam para os lados e fazem movimentos circulares e fortes, uma vez que o corpo fica praticamente todo coberto por uma grande túnica, em geral muito colorida e bordada ricamente.
Dança do Pandeiro
Era sempre feita com o sentido da comemoração, da alegria e da festa. Assim como os snujs, acompanha-se seu som com o ritmo da música. Muito praticada pelas ciganas Egípcias.
Velas e Shamada
Este tipo de dança existe a muitos anos e fazia parte das celebrações de casamento e nascimento de crianças. É tradicionalmente apresentada na maioria dos casamentos egípcios, onde a dançarina conduz o cortejo do casamento levando um candelabro na cabeça. Desta maneira, ela procura iluminar o caminho do casal de noivos, como uma forma de trazer felicidade para eles.
Dança das taças
A dançarina exterioriza sua deusa interior, fazendo do seu corpo um veículo sagrado e ofertado. Utilizando o fogo das velas, que representam a vida.
Snujs
Brasil Snujs Países Árabes Sunouj ou Silsil
Dança da Flores
Dança festiva e comemorativa, na qual a bailarina dança com um cesto de flores ou de pétalas de flores.
Dizem que esta dança surgiu na época em que as camponesas egípcias trabalhavam na colheita de flores durante a primavera, e para amenizar o trabalho, cantavam e dançavam.
Mais adiante, tornou-se uma dança comum nas festas populares.
É uma dança delicada e alegre. Boa para começo ou abertura de show, bem como para comemorações especiais como dia dos namorados, dia das mães.
Não há trajes, ritmos ou músicas especificas, mas sugere-se dançar ao som de músicas alegres e que tratem de temas relacionados a flores ou colheitas.
Enquanto dança, a bailarina pode segurar o cesto de flores na cabeça, no ombro, ao lado do quadril, etc.
A entrega de flores ou pétalas ao público durante a dança é comum também, e acrescenta um charme à apresentação.
Melea-Laf
Dança folclórica Egípcia que originou nos subúrbios de Alexandria, inicialmente dançado pelas prostitutas e depois pelas moças da alta burguesia como uma sátira. Melea-laf significa “lenço enrolado”. O tempo inteiro a bailarina executa movimentos com o “melea” (um lenço com 3 metros de comprimento, preto e pesado e as vezes bordado nas laterais). O melea permanece enrolado no corpo da bailarina e durante a dança ela mostra um pouco e esconde novamente seu corpo, dançando e fazendo charme durante sua performance.
Esta é uma dança do subúrbio de Alexandria, executada somente por mulheres. A roupa típica é um vestido, o melea, lenços na cabeça e algo para esconder o rosto chamado de shador.
As bailarinas de Alexandria são tão irreverentes que nesta dança é permitio mascar chicletes, tirar os sapatos, fazer bola de chicletes e brincar com o público. É uma dança descontraída e charmosa, e o foco principal é a destreza dabailarina nos movimentos com o melea, que durante toda a dança ele ganha destaque. É fácil de reconhecer uma música de Alexandria usada para esta dança, pois além de ser muito alegre e despojada fala da mulher subrbana e geralmente em seus refrões se ouve: Excandarini (mulher de alexandria) Excandarania (Alexandria) Melea (o lenço preto)
No Cairo também se dança melea-laf, porém as músicas não são apenas as que citam Alexandria, mas qualquer uma que tenha um tom irreverente, folclórico e alegre.
Ghawazee - Tribal
Ghawazee, para os egípcios, significa ciganas. Assim eram chamadas as dançarinas de Dança do Ventre no Egito Antigo que se apresentavam nas ruas, também recebendo o nome de As Dançarinas do Povo.
Guedra Dança ritual típica dos nômades do Deserto do Saara, aparecendo também na Mauritânia, Marrocos e Egito. Também é conhecida como a Dança da Benção dos Touaregs. É uma dança de transe, de origem religiosa, que tem por finalidade trazer satisfação e alegria plena àqueles que a praticam e/ou a assistem.
Outro movimento básico seria a benção oriental, onde toca-se o estômago, o coração e a cabeça, emanando a energia da dança ao público. Para recuperar a energia dispensada, a dançarina toca-se na direção do ombro, trazendo a vibração da platéia para si.
Dança do chá Raks AL Senniyya, ou a Dança do Chá, tem sua origem no Marrocos. Uma dança tradicional para esses povos, pode ser praticada por pessoas de ambos os sexos. Executa-se basicamente uma performance para demonstração de equilíbrio e destreza. Os dançarinos geralmente balançam-se ao som da música, com uma bandeja de xícaras de chá apoiada na cabeça.
Fellaha ou Fallahi
Choufou El Arbiyya
Haggala
Sule Kule ou Karsilama Cigana
Karsilama ou Karschilama é um ritmo de origem turca. Do ritmo, veio o nome da dança, realizada pelas Cengis, as mulheres ciganas da Turquia. Na dança, ao som das batidas do pandeiro, balançando suas saias rodadas, essas mulheres relembram suas origens, quem elas verdadeiramente são.
Na Turquia, é provável que ainda se encontre verdadeiras Cengis dançando o Sule Kule para turistas, assim como as ghawazee egípcias.
Esta dança é uma combinação da dança folclórica Sule Kule com o Oryantal Danze, como é conhecida a Dança do Ventre na Turquia. Podemos dizer, então, que a Karsilama Urbana nada mais é do que a Dança com Daff-Snuj ( Dança do Pandeiro) que vemos mais comumente. A diferença entre elas seria a escolha musical, pois na Turquia faz-se o uso do karsilama, enquanto a Dança com Daff pode explorar outros ritmos.
Dança Núbia
Dança da Samaritana ou Dança do Jarro
Dança dos Sete Véus A dança dos sete véus é um dos mais famosos, belos e misteriosos ritos primitivos. Embora muita gente acredite que se trata da mais antiga versão do strip-tease, a dança não tinha um caráter exclusivamente erótico. Não era praticada em ritos de fecundação, mas pelas sacerdotisas dentro dos templos da Deusa Egípcia Ísis. A sacerdotisa oferecia a dança para a Deusa Isis, que dentro dela existe, e lhe da beleza e força.
A retirada e o cair de cada véu , significam o abrir dos olhos, o cair da venda, que desperta a consciência da mulher. E a evolução espiritual .
O Sol está ligado à cor amarela, que elimina o orgulho e a vaidade excessiva, trazendo confiança, esperança e alegria; o véu verde vale para Mercúrio, que mostra a divisão e a indecisão sendo vencidas pelo equilíbrio entre os opostos; Vênus é o véu azul-claro, a qual revela que a dificuldade de expressão foi superada, em prol do bom relacionamento com os entes queridos; o lilás, que representa Saturno, mostra a dissolução do excesso de rigor e seriedade, a conquista da consciência plena e o desenvolvimento da percepção sutil.
Textos de Franciele Schaider e professoras percussoras de cada estilo. AULAS SEMANAISNas aulas semanais é possível construir a evolução da bailarina, trabalhos de mãos, braços, quadril separadamente. Onde a bailarina aprende a dividir seu corpo e dançar unificando-os com controle. Iniciamos com uma preparação corporal, correção corporal, fortalecimento dos musculos e consciencia corporal. O trabalho de leitura musical também nos acompanha a cada aula.
No Grupo HADASSAH a aluna desenvolve independencia para dançar e controle para acompanhar grupos. A cada aula são trabalhados diferentes rítimos e combinações para que a bailarina seja independente em suas danças. A peça fundamental das aulas HADASSAH é o trabalho de expressão corporal e interpretação da música árabe.
16:00hs Segunda-feira 18:45hs - Segunda-feira Rua Júlio de Castilhos, 1244 - Centro
Sob Palácio das Cortinas
Fone principal: (54) 3261 4982 Farroupilha - Centro
21:00hs -Terça-feira
naAcademia Personal Juliana
Centro - Emcima Pintura Íntima Moda Casa
(54) 9131-7810
FArroupilha - Centro
16:00hs - Quarta-feira
Rua Independência, 479 - Sl 62 - Centro
Sobre livraria Brentano
Fone principal: (54) 3261 6680 Fone secundário: (54) 9937 5998
Farrroupilha - Centro
19:00hs - Quinta-feira
Escolhinha Meu Moranguinho
Em frente Escola Nossa Senhora de Lourdes
Farroupilha- Centro
(54)9131-7810
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